O conjunto de obra da saudosa atriz/cantora espanhola Sara Montiel (nome artístico de María Antonia Alejandra Vicenta Elpidia Isidora Abad Fernández) é fascinante, mas selecionei 7 trabalhos que só melhoram em revisão, algumas pérolas injustamente menos lembradas e outras que são calorosamente abraçadas pelo público.
Como você encontra estes filmes? O primeiro passo fundamental é PROCURAR. Se você já pensou em deixar esta pergunta nos comentários da postagem sem antes digitar o título desejado no Google, faz-se preciso reconhecer, não há um genuíno interesse, mesmo que eu te oferecesse o filme embalado com laço de fita, você jogaria ele numa estante qualquer onde acumularia pó.
Aos cinéfilos dedicados e proativos, uma dica, todos foram lançados em DVD. E, creia-me, TODOS são encontrados facilmente garimpando na internet.
Vale ressaltar que os títulos não estão listados em ordem de preferência.
CÁRCERE DE MULHERES (Cárcel de Mujeres – 1951)
Mulher rica é acusada de eliminar um antigo amante e vai para a cadeia. Lá, ela conhece outra antiga amante do mesmo homem e se tornam amigas. O momento mais inspirado de Montiel como atriz, pérola dirigida por Miguel M. Delgado.
LA VIOLETERA (1958)
A trama segue Soledad, uma humilde vendedora de violetas que se apaixona por Fernando, um aristocrata. O romance enfrenta barreiras sociais e tramas familiares, levando-os a se separarem e seguirem caminhos distintos, ela se tornando cantora famosa e ele casando-se com outra. Um filme importante na carreira de Montiel, dirigido por Luis César Amadori.
RENEGANDO O MEU SANGUE (Run of The Arrow – 1957)
Pérola do grande diretor Samuel Fuller, um faroeste revisionista sobre O’Meara (Rod Steiger), um soldado confederado que recusa a derrota na Guerra Civil Americana e se junta aos índios Sioux. Ele se casa com Yellow Moccasin (Sara Montiel), mas se torna mediador quando o exército americano constrói um forte local.
A ÚLTIMA CANÇÃO (El Último Cuplé – 1957)
Um musical dramático, dirigido por Juan de Orduña, que narra a trajetória de María Luján, uma famosa cantora de cabaré. O filme, em flashback, mostra sua ascensão na Espanha e América Latina, seu romance conturbado com um admirador e a trágica decadência na velhice.
NOITES DE CASABLANCA (Noches de Casablanca – 1963)
Montiel vive Teresa, uma cantora espanhola em Casablanca durante a Segunda Guerra Mundial. Ela se envolve com a resistência francesa após seu namorado, um espião alemão disfarçado, ser alvo da operação. Pérola dirigida por Henri Decoin.
DON QUIJOTE DE LA MANCHA (1947)
Este clássico, dirigido por Rafael Gil, é uma adaptação da obra de Cervantes que segue o fidalgo Alonso Quijano, que enlouquece ao ler livros de cavalaria e decide se tornar um cavaleiro andante. Acompanhado por seu fiel escudeiro Sancho Pança, ele parte em aventuras pela Espanha, lutando contra moinhos de vento e defendendo seus ideais. Sara Montiel vive Antônia, sobrinha de Quixote.
VERA CRUZ (1954)
Dois pistoleiros americanos (Burt Lancaster e Gary Cooper) viajam para o México no meio da Revolução Mexicana. Eles são contratados para proteger uma representante da nobreza e seu ouro de um possível ataque, e, quando percebem, já estão envolvidos com a guerra. Clássico faroeste do diretor Robert Aldrich.
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